A maldição de Arbon. Parte 8
XI. — Temos de levá-la a um lugar seguro. — disse Irkan quando enfim pararam ofegantes. — O mosteiro. — disse Macus. — Já não lhes disse que não posso voltar? — falou Lissa em língua Comum — Eles não me receberão. — E o que sugere que façamos? — perguntou Irkan. — De fato, preciso de orientação do templo... — disse ela após pensar um pouco — Serei castigada, mas... não há outra forma... — Ninguém lhe fará nenhum mal. — disse Macus. — Eu asseguro. Ela assentiu vacilante. — Esses sacrifícios têm de parar. — tornou Macus. — Lissa, por favor, mostre-nos o caminho. — pediu Irkan interrompendo o outro. Macus voltou-se para segui-la, mas Irkan o segurou: — Nós não devemos interferir nas crenças das pessoas. Não estamos aqui para doutriná-las. — E se estão equivocadas? — Não lhe foi dada autoridade para julgar. Se estiverem equivocadas, um dia acordarão e melhorarão. Por ora... — Então o que estamos fazendo aqui? — Macus cortou. Irkan ficou em silêncio e observo...